4 coisas que finalmente joguei fora — e gostaria de ter feito isso muito antes

4 coisas que finalmente joguei fora — e gostaria de ter feito isso muito antes
4 coisas que finalmente joguei fora — e gostaria de ter feito isso muito antes. Imagem/IA

Verdadeiro ou falso: é muito mais fácil adotar um estilo de vida minimalista quando não há espaço suficiente para acumular coisas confortavelmente. A resposta pode variar, mas, segundo a Southern Living, essa lógica faz todo sentido para muitas famílias — inclusive para quem já vive com regras claras de organização.

Em casas onde vigora a política do “um entra, um sai”, limpezas periódicas nos armários e a ausência de espaços extras para acúmulo de coisas, o minimalismo acaba surgindo quase naturalmente. Ainda assim, mesmo quem se considera quase minimalista admite que alguns itens permanecem por mais tempo do que deveriam, seja por apego emocional, nostalgia ou simples procrastinação.

De acordo com a Southern Living, reconhecer esses objetos é o primeiro passo para criar uma casa mais funcional, leve e organizada e, muitas vezes, a sensação após o desapego é de arrependimento por não ter feito isso antes.

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1. Recibos de papel

Guardar recibos físicos como se ainda estivéssemos nos anos 1990 é um hábito mais comum do que parece. Segundo a Southern Living, muitas pessoas acumulam papéis por pura inércia, mesmo quando versões digitais já são suficientes para qualquer necessidade.

Ao encontrar uma pasta cheia de recibos antigos, ficou claro que eles não tinham mais utilidade real. Jogá-los fora foi libertador e, embora abandonar o hábito não aconteça da noite para o dia, optar por recibos digitais já é um avanço importante rumo a uma casa menos bagunçada.

2. Livros infantis que a família já não usa

Desapegar de livros pode ser especialmente difícil para quem ama literatura. Ainda assim, de acordo com a Southern Living, livros infantis duplicados, histórias que já não fazem sentido para a idade das crianças ou títulos que nunca foram queridos de verdade ocupam um espaço precioso.

O segredo está em fazer esse processo aos poucos. Cada livro removido facilita o próximo desapego, abrindo espaço para histórias adequadas à fase atual das crianças. O resultado é uma estante mais funcional, crianças mais engajadas com a leitura e menos culpa por manter apenas aquilo que realmente importa.

3. Utensílios de cozinha de plástico e itens desgastados

A busca por uma cozinha mais saudável e organizada costuma revelar uma quantidade surpreendente de utensílios de plástico frágeis, tábuas de corte desgastadas e panelas danificadas. Segundo a Southern Living, esse tipo de limpeza tende a ser gradual, já que utensílios de boa qualidade representam um investimento.

Mesmo assim, o impacto é imediato: menos itens desnecessários, mais espaço nos armários e uma cozinha mais prazerosa de usar. A recomendação é simples — comece pequeno, organizando uma gaveta ou um porta-utensílios, e deixe o efeito dominó da organização fazer o resto.

4. Eletrodomésticos aleatórios

Aspiradores que não funcionam mais, eletrodomésticos nunca usados e gadgets comprados por impulso são campeões de ocupar espaço sem cumprir função alguma. De acordo com a Southern Living, o maior obstáculo para se livrar desses itens não é o apego, mas o trabalho envolvido em doar, vender ou descartar corretamente.

Ainda assim, o sentimento após o desapego costuma ser unânime: alívio, leveza e a certeza de que a decisão deveria ter sido tomada antes. Fazer inventários regulares — cômodo por cômodo, armário por armário — ajuda a evitar que objetos inúteis permaneçam esquecidos por anos.

O que sobrou depois do desapego?

Segundo a Southern Living, sempre há aqueles poucos itens que ficam “só por precaução”: uma mesa de centro encostada no quarto de hóspedes ou cadeiras que não resistiram à rotina com crianças pequenas. A decisão entre vender ou doar essas coisas pode até levar algum tempo, mas o mais importante já aconteceu — a casa ficou mais leve, funcional e alinhada com a vida real.

No fim das contas, o desapego dessas coisas não é sobre ter menos por ter menos, mas sobre abrir espaço para aquilo que realmente importa.

Fonte: Southern Living

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